quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Ceclimar


Colegas!


Nosso “plano B” continua valendo!

Cada um terá de arcar com suas despesas de transporte hospedagem e,
segundo a prof.° Maria Cristina, se a Faculdade de Arquitetura receber a
complementação de sua verba anual, ela irá reembolsar o valor integral
da nossa viagem. Só que não é certo que conseguiremos esse reembolso
e, caso ele for confirmado é possível que demore meses para que o dinheiro
seja repassado para a gente. Peço que após a viagem me entreguem a via
da passagem que fica com o passageiro, pois ela terá de ser anexada ao
nosso pedido formal de reembolso.


Lembrem que cada um é responsável por adquirir sua passagem. Achamos
que o horário mais adequado é o de sábado de manhã com o ônibus
que sai às 8h para a rodoviária de Tramandaí (que é mais próxima da Colônia
de Férias da UFRGS). Outra alternativa de horário seria a das 8h30min.
Em ambos os casos a passagem custa R$19,35 sem seguro e R$20,60 com
seguro. A passagem também pode ser adquirida próxima a faculdade, no
posto de venda da João Pessoa (Av. João Pessoa 1831, praticamente
embaixo do viaduto)!


Outro lembrete: A colônia de férias não disponibiliza roupa de cama, nem de
banho e nem objetos de higiene pessoal. Então levem seus lençóis, cobertores,
toalhas e afins. E um bom par de tênis , pois possivelmente teremos de fazer
o trajeto entre nossa hospedagem e o CECLIMAR a pé e é uma distância
considerável.


Abaixo segue a lista dos que confirmaram presença!
Ainda há tempo de adicionar nomes a ela!

É necessário o RG para confirmar a reserva da colônia de férias!

Qualquer dúvida estou a disposição!
Tamáris L. B. Pivatto
92821842

1 Prof. Leandro -
2 Letícia Peruchi -
3 Cecília Giovenardi Esteve -
4 Cristiane Karasek Wasielewski -
5 Juiana Lang de Pádua -
6 Juliana Ziebell de Oliveira -
7 Natália Torres Dittmar -
8 Rodrigo Urruth Kemmerich -
9 Tamáris L. B. Pivatto -
10 Thaís Grachten Leitão -

Ceclimar


sexta-feira, 25/09, tarde
aula normal, com o desenvolvimento dos trabalhos iniciados na aula anterior.

Viagem a Imbé: saída sábado 26/09, pela manhã (horário conforme disponibilidade de transporte) e retorno 27/09, domingo, por volta das 17 horas.

Sábado - manhã:
chegada em imbé - alojamento - recepção ceclimar

Sábado - tarde
trabalho de campo - reconhecimento de interfaces, registro

Sabado - noite
seminário de parsentação dos trabalhos realizados em aula
confraternização

Domingo - manhã
trabalho de campo - registros

Domingo - tarde
complementação de registros - pre-apresentação

sexta-feira, 4 de setembro de 2009









http://www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc194/mc194.asp

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

http://urbanidades.arq.br/2009/07/christopher-alexander-a-cidade-nao-e-uma-arvore/

http://www.rudi.net/pages/8755

Cristopher Alexander (Viena, 4 de outubro de 1936) é um arquiteto e matemático e urbanista da Áustria. É professor-emeritus da Universidade da Califórnia em Berkeley. Foi um dos críticos da arquitetura moderna apontando a desagregação social causada por ela. Seus estudos contribuíram para a utilização de padrões geométricos e matemáticos no urbanismo e arquitetura.







Clássico: Uma cidade não é uma árvore, por um lado, por Christopher Alexander
Classics RUDI ou arquivos em ...
'A cidade não é uma Árvore "
por Christopher Alexander

UMA CIDADE NÃO É UMA ÁRVORE





CHRISTOPHER ALEXANDER
A árvore do meu título não é uma árvore com folhas verdes. É o nome de uma estrutura abstrata. Vou contrastá-la com outra estrutura mais complexa, abstrata chamada uma 'semi-trama. A fim de relacionar estas estruturas abstratas a natureza da cidade, tenho que primeiro fazer uma distinção simples.

Eu quero chamar aquelas cidades que surgiram mais ou menos espontaneamente ao longo de muitos e muitos anos Cidades natural. E chamarei aquelas cidades ou partes de cidades que foram deliberadamente criados por designers e planejadores de cidades artificiais. Siena, Liverpool, Kyoto e Manhattan são exemplos de cidades naturais. Levittown, Chandigarh e as cidades novas inglesas são exemplos de cidades artificiais.

É cada vez mais amplamente reconhecido hoje que há algum ingrediente essencial faltando cidades artificiais. Quando comparadas com cidades antigas, que adquiriram a pátina da vida, as nossas tentativas modernas de criar cidades artificialmente são, do ponto de vista humano, totalmente infrutífera.

Tanto a árvore ea semilattice são maneiras de pensar sobre como uma grande coleção de pequenos sistemas vai fazer um sistema grande e complexo. Mais geralmente, são os dois nomes para as estruturas de conjuntos.

A fim de definir tais estruturas, deixe-me primeiro definir o conceito de um conjunto. Um conjunto é uma coleção de elementos que por algum motivo, temos de pensar como pertença. Dado que, como designers, estamos preocupados com a cidade de vida física e sua espinha dorsal física, devemos, naturalmente, limitar-nos a considerar conjuntos que são coleções de elementos materiais, como as pessoas, as lâminas de grama, automóveis, moléculas, casas, jardins, tubulações de água , as moléculas de água dentro delas etc

Quando os elementos de um conjunto pertencer juntos porque cooperar ou colaborar de alguma forma, nós chamamos o conjunto de elementos de um sistema.

Por exemplo, em Berkeley, na esquina de Hearst e de Euclides, há uma farmácia, drogaria e fora da luz de tráfego. Na entrada para a farmácia há uma estante onde os jornais do dia são exibidas. Quando a luz está vermelha, as pessoas que estão esperando para atravessar a rua ficar de braços cruzados a luz, e uma vez que eles não têm nada para fazer, eles olham para os jornais expostos na estante que se pode ver de onde estão. Alguns deles simplesmente ler as manchetes, os outros realmente comprar um papel enquanto esperam.

Este efeito torna a estante e os semáforos interativo; a estante, os jornais sobre ele, o dinheiro que vai dos bolsos das pessoas para o slot centavo, as pessoas que param no sinal e lêem jornais, o semáforo, os impulsos elétricos que fazem a mudança luzes, e da calçada que o povo ficar em forma de um sistema - todos eles trabalham juntos.

Do ponto de vista do designer, a parte fisicamente imutável desse sistema é de especial interesse. A estante, o semáforo e na calçada entre eles, relacionada como elas são, formam a parte fixa do sistema. É o receptáculo imutável em que as partes mudança do sistema - as pessoas, jornais, dinheiro e impulsos elétricos - podem trabalhar juntos. Defino esta parte fixa como uma unidade da cidade. Ele deriva da sua coerência como uma unidade, tanto das forças que mantêm seus próprios elementos juntos e da coerência dinâmica do sistema dos seres vivos, que inclui-lo como uma parte fixa invariável.

Dos muitos, muitos subconjuntos fixo de concreto da cidade, que são os receptáculos para os sistemas e podem ser pensados como unidades físicas significativas, normalmente, apenas alguns para consideração especial. Na verdade, eu afirmo que qualquer imagem da cidade tem alguém que é definido justamente pelo que ele vê como subconjuntos de unidades.

Agora, uma coleção de subconjuntos, que vai fazer-se tal quadro não é apenas uma coleção amorfa. Automaticamente, simplesmente porque as relações são estabelecidas entre os subconjuntos uma vez os subconjuntos são escolhidos, a coleção tem uma estrutura definida.

domingo, 23 de agosto de 2009



Paulo Reglus Neves Freire (Recife, Brasil 19 de setembro de 1921 — São Paulo, Brasil 2 de maio de 1997) foi um educador brasileiro. Destacou-se por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência. É considerado um dos pensadores mais notáveis na história da pedagogia mundial tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica.



Biografia
Paulo Freire nasceu em 19 de setembro de 1921 em Recife. Sua família fazia parte da classe média, mas Freire vivenciou a pobreza e a fome na infância durante a depressão de 1929, uma experiência que o levaria a se preocupar com os mais pobres e o ajudaria a construir seu revolucionário método de alfabetização. Por seu empenho em ensinar os mais pobres, Paulo Freire tornou-se uma inspiração para gerações de professores, especialmente na América Latina e na África. Pelo mesmo motivo, sofreu a perseguição do regime militar no Brasil (1964-1985), sendo preso e forçado ao exílio.[carece de fontes?]

O educador procurou fazer uma síntese de algumas correntes do pensamento filosófico de sua época, como o existencialismo cristão, a fenomenologia, a dialética hegeliana e o materialismo histórico.[carece de fontes?] Essa visão foi aliada ao talento como escritor que o ajudou a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos, quase sempre ligados a partidos de esquerda.

A partir de suas primeiras experiências no Rio Grande do Norte, em 1963, quando ensinou 300 adultos a ler e a escrever em 45 dias, Paulo Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização, adotado primeiramente em Pernambuco. Seu projeto educacional estava vinculado ao nacionalismo desenvolvimentista do governo João Goulart.


Primeiros trabalhos
Freire entrou para a Universidade do Recife em 1943, para cursar a Faculdade de Direito, mas também se dedicou aos estudos de filosofia da linguagem. Apesar disso, nunca exerceu a profissão, e preferiu trabalhar como professor numa escola de segundo grau lecionando língua portuguesa. Em 1944, casou com Elza Maia Costa de Oliveira, uma colega de trabalho. Os dois trabalharam juntos pelo resto de suas vidas e tiveram cinco filhos.

Em 1946, Freire foi indicado ao cargo de diretor do Departamento de Educação e Cultura do Serviço Social no Estado de Pernambuco, onde iniciou o trabalho com analfabetos pobres. Também nessa época aproximou-se do movimento da Teologia da Libertação.

Em 1961 tornou-se diretor do Departamento de Extensões Culturais da Universidade do Recife e, em 1962, realizou junto com sua equipe as primeiras experiências de alfabetização popular que levariam à constituição do Método Paulo Freire. Seu grupo foi responsável pela alfabetização de 300 cortadores de cana em apenas 45 dias. Em resposta aos eficazes resultados, o governo brasileiro (que, sob o presidente João Goulart, empenhava-se na realização das reformas de base) aprovou a multiplicação dessas primeiras experiências num Plano Nacional de Alfabetização, que previa a formação de educadores em massa e a rápida implantação de 20 mil núcleos (os "círculos de cultura") pelo País.

Em 1964, meses depois de iniciada a implantação do Plano, o golpe militar extinguiu esse esforço. Freire foi encarcerado como traidor por 70 dias. Em seguida passou por um breve exílio na Bolívia e trabalhou no Chile por cinco anos para o Movimento de Reforma Agrária da Democracia Cristã e para a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação. Em 1967, durante o exílio chileno, publicou no Brasil seu primeiro livro, Educação como Prática da Liberdade, baseado fundamentalmente na tese Educação e Atualidade Brasileira, com a qual o Freire concorrera, em 1959, à cadeira de História e Filosofia da Educação na Escola de Belas Artes da Universidade do Recife.

O livro foi bem recebido, e Freire foi convidado para ser professor visitante da Universidade de Harvard em 1969. No ano anterior, ele havia concluído a redação de seu mais famoso livro, Pedagogia do Oprimido, que foi publicado em varias línguas como o espanhol, o inglês (em 1970), e até o hebraico (em 1981). Em razão da rixa política entre a ditadura militar e o socialismo cristão de Paulo Freire[carece de fontes?], ele não foi publicado no Brasil até 1974, quando o general Geisel assumiu a presidência do país e iniciou o processo de abertura política.

Depois de um ano em Cambridge, Freire mudou-se para Genebra, na Suíça, trabalhando como consultor educacional do Conselho Mundial de Igrejas. Durante esse tempo, atuou como consultor em reforma educacional em colônias portuguesas na África, particularmente na Guiné-Bissau e em Moçambique.

Com a Anistia em 1979 Freire pôde retornar ao Brasil, mas só o fez em 1980. Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores na cidade de São Paulo, e atuou como supervisor para o programa do partido para alfabetização de adultos de 1980 até 1986. Quando o PT foi bem sucedido nas eleições municipais de 1988, para a gestão de Luiza Erundina (1989-1993), Freire foi nomeado secretário de Educação da cidade de São Paulo. Exerceu esse cargo de 1989 a 1991. Dentre as marcas de sua passagem pela secretaria municipal de Educação está a criação do MOVA - Movimento de Alfabetização, um modelo de programa público de apoio a salas comunitárias de Educação de Jovens e Adultos que até hoje é adotado por numerosas prefeituras (majoritariamente petistas ou de outras orientações de esquerda) e outras instâncias de governo.

Em 1986, sua esposa Elza morreu. Dois anos depois, em 1988, o educador casou-se com a também pernambucana Ana Maria Araújo Freire, conhecida pelo apelido "Nita", que além de conhecida muito antiga era sua orientanda no programa de mestrado da PUC-SP.

Em 1991 foi fundado em São Paulo o Instituto Paulo Freire, para estender e elaborar as idéias de Freire. O instituto mantém até hoje os arquivos do educador, além de realizar numerosas atividades relacionadas com o legado do pensador e a atuação em temas da educação brasileira e mundial.

Freire morreu de um ataque cardíaco em 2 de maio de 1997, às 6h53, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, devido a complicações na operação de desobstrução de artérias.


A Pedagogia da Libertação
Paulo Freire delineou uma Pedagogia da Libertação, intimamente relacionada com a visão marxista do Terceiro Mundo e das consideradas classes oprimidas na tentativa de elucidá-las e conscientizá-las politicamente. As suas maiores contribuições foram no campo da educação popular para a alfabetização e a conscientização política de jovens e adultos operários, chegando a influenciar em movimentos como os das Comunidades Eclesiais de Base (CEB).

No entanto, a obra de Paulo Freire não se limita a esses campos, tendo eventualmente alcance mais amplo, pelo menos para a tradição de educação marxista, que incorpora o conceito básico de que não existe educação neutra. Segundo a visão de Freire, todo ato de educação é um ato político.



Acesso a obra de Paulo Freire

http://www.forumeja.org.br/livrospaulofreire

http://www.paulofreire.org/Capa/WebHome

quarta-feira, 19 de agosto de 2009